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Ficha e rotulagemAtualizado em 01 de outubro de 202617 min de leitura
Capa do guia Tabela nutricional de alimentos

Tabela nutricional de alimentos

O cálculo da tabela nutricional pela RDC 429 e pela IN 75, dos itens obrigatórios ao %VD, com porção, arredondamento e quando declarar zero. Um produto é calculado do começo ao fim.

Em resumo

A tabela nutricional (tabela de informação nutricional) é o quadro do rótulo que mostra a energia e os nutrientes do alimento por 100 g ou 100 ml e por porção, com o percentual dos valores diários (%VD). Ela segue a RDC 429/2020 e a IN 75/2020 da Anvisa: dez itens obrigatórios, porções definidas por categoria, regras de arredondamento, quantidades que podem ser declaradas como zero e formato padronizado em preto e branco. Este guia ensina o cálculo do começo ao fim, com um exemplo completo de um bolo, e mostra os erros que mais aparecem.

Palavras deste guia

Siglas e termos que aparecem neste guia, em linguagem simples.

Porção
Quantidade de referência da tabela, definida para cada categoria no Anexo V da IN 75. Bolo sem recheio: 60 g; biscoito: 30 g; suco: 200 ml.
Medida caseira
A porção em utensílios ou unidades, como "1 fatia" ou "2 colheres de sopa". As capacidades dos utensílios estão no Anexo VII da IN 75.
VDR
Valores diários de referência para a população em geral, no Anexo II da IN 75. Base para o %VD.
%VD
Quanto a porção fornece de cada VDR, em número inteiro, calculado com os valores já arredondados (RDC 429, art. 12).
Quantidade não significativa
Quantidade pequena o bastante para ser declarada como zero, conforme o Anexo IV da IN 75. Falta de informação não é zero.
Rendimento
Peso final do produto pronto. Em produtos assados ou cozidos, é menor que a soma dos ingredientes, porque a água evapora.
Açúcares totais
Todos os açúcares do alimento, naturais e adicionados (RDC 429, art. 3º, II).
Açúcares adicionados
Os açúcares colocados no processo, como açúcar, mel e xaropes, sem os naturais de leite e frutas (art. 3º, I).
Fator de conversão
Quantas kcal cada grama de nutriente fornece: 4 para carboidratos e proteínas, 9 para gorduras (IN 75, Anexo XXII).
TACO
Tabela Brasileira de Composição de Alimentos, da Unicamp, uma das bases públicas mais usadas no cálculo.

Resumo: o que a tabela precisa ter e como calcular

  • Dez itens obrigatórios: valor energético, carboidratos, açúcares totais, açúcares adicionados, proteínas, gorduras totais, saturadas e trans, fibras alimentares e sódio, além de nutrientes com alegação ou adicionados (RDC 429, art. 5º)
  • Duas colunas de valores: por 100 g ou 100 ml e pela porção do Anexo V da IN 75, mais a coluna de %VD da porção (arts. 8º e 12)
  • Calcule pelos ingredientes e pelo rendimento real do produto pronto, ou por análise de laboratório (art. 32). O valor energético sempre sai por cálculo, com os valores já arredondados (art. 32, §1º)
  • Arredondamento pelo Anexo III, zero só nas quantidades não significativas do Anexo IV, %VD em números inteiros
  • Preto em fundo branco, na ordem e com os nomes do Anexo XI, numa única superfície contínua e no mesmo painel da lista de ingredientes (arts. 14 a 16)

O que deixa o cálculo confiável

  • Ficha técnica com pesos reais e rendimento medido
  • Fonte identificada para cada ingrediente
  • Mesma base (por 100 g) para todos os dados antes de somar
  • Memória de cálculo guardada com a versão do rótulo
  • Conferência por uma segunda pessoa

Onde o cálculo costuma errar

  • Dividir pelo peso cru em vez do peso pronto
  • Somar dado por porção com dado por 100 g
  • Declarar zero por falta de informação
  • Arredondar no meio da conta
  • Porção escolhida para "melhorar" os números
  • Contar o açúcar do leite como adicionado

Itens obrigatórios: valor de referência e quando declarar zero

Itens obrigatórios: valor de referência e quando declarar zero
TópicoVDR (IN 75, Anexo II)Pode declarar zero quando (IN 75, Anexo IV)
Valor energético2.000 kcalAté 4 kcal por 100 g ou ml e por porção
Carboidratos300 gAté 0,5 g, com açúcares totais zero e nenhum outro carboidrato acima de zero
Açúcares totaisSem VDR: o %VD fica vazioAté 0,5 g, sem açúcares adicionados
Açúcares adicionados50 gSó quando o produto atende ao critério de "sem adição de açúcares" (Anexo XX)
Proteínas50 gAté 0,5 g
Gorduras totais65 gAté 0,5 g, com saturadas e trans zero
Gorduras saturadas20 gAté 0,1 g
Gorduras trans2 gAté 0,1 g
Fibras alimentares25 gAté 0,5 g
Sódio2.000 mgAté 5 mg

Quando a tabela é obrigatória

A tabela é obrigatória nos alimentos embalados na ausência do consumidor (RDC 429, art. 4º). É voluntária nos casos do Anexo I da IN 75, como embalagens com até 100 cm² de área visível e alimentos preparados ou fracionados e vendidos no próprio estabelecimento, desde que o produto não tenha nutrientes adicionados nem alegações (art. 4º, §1º). O guia de rotulagem nutricional explica cada caso.

Em produtos só para indústria ou serviços de alimentação, a tabela pode ir nos documentos que acompanham o produto, sem porção e sem %VD (arts. 4º, §2º, 8º, §2º, e 12, §6º).

O que a tabela declara

Os dez itens obrigatórios do art. 5º aparecem sempre, mesmo quando o valor é zero. Além deles:

  • Qualquer nutriente ou substância que seja objeto de alegação nutricional, funcional ou de saúde (art. 5º, XI). Exemplo: "fonte de cálcio" obriga a declarar o cálcio.
  • Nutrientes essenciais adicionados com 5% ou mais do VDR por porção (art. 5º, XII) e qualquer substância bioativa adicionada (art. 5º, XIII).
  • Casos específicos: potássio no sal hipossódico, lactose e galactose em alimentos para dietas com restrição de lactose, todos os nutrientes adicionados em suplementos e alimentos para fins especiais (art. 5º, §§ 1º a 4º).
  • Opcionais: vitaminas e minerais naturais com 5% ou mais do VDR por porção e outros nutrientes naturais (art. 6º).
  • Ordem, nomes e unidades do Anexo XI da IN 75: valor energético (kcal), carboidratos, açúcares totais, açúcares adicionados (recuados), proteínas, gorduras totais, saturadas, trans (recuadas), fibras alimentares e sódio (mg).

Por 100 g e por porção

A tabela traz os valores do produto como vendido, por 100 g (sólidos e semissólidos) ou 100 ml (líquidos), e pela porção do Anexo V da IN 75 com a medida caseira (art. 8º).

  • Produto que pede preparo com outros ingredientes, como bolo de caixinha: por 100 g ou ml do alimento pronto (com os ingredientes adicionados, conforme o preparo do rótulo) e pela porção do pó necessária para uma porção pronta, com a nota "**No alimento pronto para o consumo" (art. 8º, §§ 4º e 5º).
  • Embalagem individual (até duas porções do Anexo V): a porção é o conteúdo inteiro da embalagem (art. 9º, I).
  • Produto drenado, como palmito em conserva: a porção é a quantidade drenada (art. 9º, II).
  • Embalagem múltipla: uma tabela por produto quando o consumo não é conjunto; uma porção somada quando é (art. 9º, III e IV).
  • Alimento sem porção no Anexo V: use a porção de um alimento parecido; se não houver, defina pelo valor energético médio do grupo (art. 9º, VIII e IX).
  • Número de porções por embalagem pelo Anexo VI: número inteiro com 3 ou mais porções inteiras; "Cerca de" com o número arredondado quando não for inteiro. Não se aplica a embalagens individuais nem a produtos pesados na hora (art. 10).

Porção e medida caseira

A porção vem do Anexo V da IN 75, dividido em oito grupos com valor energético médio por porção. Alguns exemplos: arroz cru, 50 g; pães embalados, 50 g; biscoitos, 30 g; bolos sem recheio, 60 g; bolos com recheio ou cobertura, 60 g; iogurtes, 200 g; queijos em geral, 30 g; chocolates, 25 g; geleias, 20 g; sucos e refrigerantes, 200 ml; pratos prontos não listados, 100 g.

  • Medida caseira (art. 11): a mais apropriada para o produto. Utensílio dosador do próprio produto, quando houver, ou os utensílios do Anexo VII: xícara de chá e copo, 200 ml; colher de sopa, 10 ml; colher de chá, 5 ml; prato raso, 22 cm; prato fundo, 250 ml.
  • Nos demais casos, unidades, fatias, pedaços ou frações. Quantidades não inteiras em fração irredutível, como "1/2 xícara".
  • Embalagem individual: a medida caseira é a própria embalagem.
  • A porção não se escolhe para melhorar os números. Ela vem da categoria do produto.

De onde vêm os números

A RDC 429 aceita três métodos, sozinhos ou combinados (art. 32). Os valores precisam representar o alimento, considerando variação dos ingredientes, processo, precisão do método e validade (art. 31).

  • Análise de laboratório do produto pronto, com métodos validados. É o mais direto, mas mede um lote; repita quando a fórmula ou o processo mudarem.
  • Dados dos fornecedores: a especificação e a tabela de cada ingrediente industrializado. É a melhor fonte para ingredientes compostos, como coberturas e recheios prontos.
  • Tabelas de composição: TACO, tabelas do IBGE e outras bases. Registre a edição consultada. Bases estrangeiras só com correspondência justificada do alimento.
  • Parte comestível: em alimentos com casca, osso ou caroço, só a parte que se come (art. 32, §2º).
  • Fatores de conversão de nutrientes do Anexo XXIII da IN 75 quando aplicáveis, como o de nitrogênio para proteína (art. 32, §3º).
  • Nunca preencha um nutriente ausente com zero. Sem dado, procure outra fonte ou faça análise.

Passo a passo do cálculo por ingredientes

O cálculo por composição soma o que cada ingrediente traz e divide pelo peso do produto pronto.

  • 1. Ficha técnica real. Massa de cada ingrediente usada num lote, não a receita do caderno.
  • 2. Mesma base. Todos os dados por 100 g do ingrediente. Dado por porção do fornecedor é convertido antes.
  • 3. Contribuição de cada ingrediente: massa usada × teor por 100 g ÷ 100, nutriente por nutriente.
  • 4. Soma do lote. Avalie perdas e ganhos do processo; a água evapora, os nutrientes em geral ficam, salvo perdas conhecidas, como gordura que escorre.
  • 5. Divida pelo rendimento: total do nutriente no lote ÷ peso final do lote × 100 = valor por 100 g. Pese o produto pronto em mais de um lote. Para líquidos, use a densidade; 1 ml não é 1 g para todo produto.
  • 6. Porção: valor por 100 g × porção ÷ 100.
  • 7. Arredonde cada nutriente pelo Anexo III, aplique o Anexo IV para os zeros.
  • 8. Valor energético com os valores arredondados e os fatores do Anexo XXII.
  • 9. %VD com os valores arredondados da porção, em números inteiros.
  • 10. Lupa: compare os valores por 100 g com o Anexo XV.
  • 11. Revise com outra pessoa e confira a arte final.

Exemplo completo: bolo simples

Exemplo fictício com valores de composição ilustrativos, para mostrar a conta. Use a TACO ou os dados do fornecedor no cálculo real. Receita de um lote: 500 g de farinha de trigo, 300 g de açúcar, 200 g de ovos, 240 g de leite integral, 100 g de manteiga com sal e 10 g de fermento químico, num total de 1.350 g de massa crua. Depois de assado, o lote pesa 1.200 g.

Somando as contribuições, o lote tem: 689,7 g de carboidratos, 312,2 g de açúcares totais, 298,5 g de açúcares adicionados (todo o açúcar refinado; o açúcar do leite é natural), 84,6 g de proteínas, 114,7 g de gorduras totais, 63,3 g de saturadas, 3,2 g de trans, 14,5 g de fibras e 1.973 mg de sódio (a maior parte vem do fermento e da manteiga).

Dividindo pelo peso pronto (1.200 g) e multiplicando por 100, e depois aplicando a porção de 60 g (bolos sem recheio, Anexo V) e o arredondamento do Anexo III:

  • Carboidratos: 57,5 g por 100 g, declarados como 57 g; 34,5 g na porção, declarados como 34 g (11% VD).
  • Açúcares totais: 26 g por 100 g; 16 g na porção (sem %VD).
  • Açúcares adicionados: 24,9 g por 100 g, declarados como 25 g; 14,9 g na porção, declarados como 15 g (30% VD).
  • Proteínas: 7,0 g por 100 g, declarados como 7 g; 4,2 g na porção (8% VD).
  • Gorduras totais: 9,6 g por 100 g; 5,7 g na porção (9% VD).
  • Gorduras saturadas: 5,3 g por 100 g; 3,2 g na porção (16% VD).
  • Gorduras trans: 0,3 g por 100 g; 0,2 g na porção (10% VD). Acima de 0,1 g, não pode ser declarada como zero.
  • Fibras: 1,2 g por 100 g; 0,7 g na porção (3% VD).
  • Sódio: 164 mg por 100 g; 99 mg na porção (5% VD).
  • Valor energético com os valores arredondados: por 100 g, 4 × 57 + 4 × 7 + 9 × 9,6 = 342 kcal; na porção, 4 × 34 + 4 × 4,2 + 9 × 5,7 = 204 kcal (10% VD).
  • Porções por embalagem: um pedaço de 400 g tem 6,67 porções; declara-se "Cerca de 7" (Anexo VI).
  • Lupa: açúcares adicionados de 25 g por 100 g passam os 15 g do Anexo XV, então o bolo leva "ALTO EM AÇÚCAR ADICIONADO" se não estiver num caso de lupa opcional. Gordura saturada (5,3 g) fica abaixo de 6 g e sódio (164 mg), abaixo de 600 mg.

Arredondamento (Anexo III da IN 75)

Mantenha a precisão na memória de cálculo e arredonde só para declarar. As regras:

  • 10 ou mais: número inteiro. Primeira casa decimal menor que 5, mantém; 5 ou mais, sobe uma unidade. 24,9 vira 25; 57,47 vira 57.
  • De 1 a menos de 10: uma casa decimal, olhando a segunda. Se a primeira casa decimal for zero, declara-se o inteiro. 9,56 vira 9,6; 7,05 vira 7,1; 7,04 vira 7,0 e é declarado 7.
  • Menos de 1, em gramas: uma casa decimal. 0,27 vira 0,3.
  • Menos de 1, em mg ou µg: duas casas decimais, olhando a terceira.
  • Valor energético e %VD: sempre em números inteiros (RDC 429, art. 7º, §1º).
  • Ordem: primeiro arredonde os nutrientes; depois calcule energia e %VD com os valores arredondados (arts. 12 e 32, §1º).

Quando declarar zero (Anexo IV da IN 75)

Zero só pode aparecer quando a quantidade é não significativa por 100 g ou ml e por porção, dentro das condições do Anexo IV. A tabela no começo do guia mostra os limites. Algumas regras amarradas:

  • Gorduras totais só são zero se saturadas e trans também forem zero e nenhuma outra gordura aparecer acima de zero.
  • Carboidratos só são zero se açúcares totais também forem zero.
  • Açúcares adicionados só são zero se o produto cumprir o critério de "sem adição de açúcares" do Anexo XX.
  • Com quantidade não significativa, o %VD é declarado como zero (art. 12, §2º).
  • Quando vários itens são não significativos, a tabela pode usar a forma simplificada do Anexo X (art. 15, §3º).

Valor energético e %VD

O valor energético é sempre calculado (art. 32, §1º), com os fatores do Anexo XXII da IN 75: 4 kcal por grama de carboidratos (exceto poliois) e de proteínas; 9 de gorduras; 7 de álcool; 3 de ácidos orgânicos; 2 de fibras solúveis (exceto polidextrose, 1); e fatores próprios para cada poliol, como xilitol 2,4 e eritritol 0.

O %VD é o valor arredondado da porção dividido pelo VDR do Anexo II, vezes 100, em número inteiro (art. 12). Nutriente sem VDR, como açúcares totais, fica com o espaço do %VD vazio (art. 12, §1º). A tabela leva a nota "*Percentual de valores diários fornecidos pela porção" (art. 12, §5º). Fórmulas infantis, enterais, produtos para indústria e serviços de alimentação e algumas bebidas alcoólicas não declaram %VD (art. 12, §6º).

Formato e posição no rótulo

O formato é padronizado para que o consumidor reconheça a tabela em qualquer produto.

  • Caracteres e linhas 100% pretos em fundo branco (art. 16, I).
  • Um dos modelos do Anexo IX da IN 75: vertical, horizontal, agregado (para embalagens múltiplas e vários grupos populacionais) ou simplificado (art. 15).
  • Tamanhos mínimos de letra, bordas e espaçamentos do Anexo XII (art. 16, V).
  • Numa única superfície contínua, no mesmo painel da lista de ingredientes, fora de áreas de selagem, torção, cantos e costuras (art. 14).
  • Sem espaço, recursos de compactação na ordem do art. 16, §3º (declaração simplificada de vitaminas e minerais, abreviações, fonte menor até o limite, fonte condensada) e, se ainda faltar espaço, o modelo linear do Anexo XIII (art. 17).
  • Embalagens com até 100 cm² podem levar a tabela em área encoberta acessível ou na embalagem secundária (art. 17, parágrafo único).

Tolerância e documentação

Na fiscalização, valor energético, carboidratos, açúcares totais e adicionados, gorduras totais, saturadas e trans, sódio e colesterol não podem estar mais de 20% acima do declarado; proteínas, fibras, gorduras mono e poli-insaturadas, vitaminas, minerais e substâncias bioativas não podem estar mais de 20% abaixo (RDC 429, art. 33).

Guarde a documentação para apresentar à vigilância (art. 34): ficha técnica com data, fontes de cada ingrediente, rendimento medido, memória de cálculo, laudos e a arte aprovada. Recalcule sempre que a fórmula, o rendimento ou um ingrediente mudarem.

Erros comuns

Os erros abaixo aparecem em tabelas revisadas.

  • Dividir pelo peso da massa crua em vez do peso do produto pronto.
  • Somar um dado por porção com outro por 100 g.
  • Zero onde faltou informação.
  • Porção diferente do Anexo V.
  • Açúcares do leite ou da fruta contados como adicionados, ou mel e xarope esquecidos nos adicionados.
  • Energia calculada com valores não arredondados.
  • %VD com casas decimais.
  • Tabela colorida ou em fundo transparente.
  • Tabela velha depois de trocar um ingrediente.

Como delimitar a entrega e o preço

Calcular a tabela, revisar o rótulo inteiro e criar a arte são serviços diferentes. Referências de 2026: na tabela da FNN, R$ 160,79 por rótulo e por hora de consultoria; no SindiNutri-SP, R$ 250,00 pela informação nutricional por produto (2 USN). São valores mínimos de referência.

Na proposta, diga quantos produtos e versões, quem fornece a formulação e os dados dos ingredientes, se haverá laboratório e quantas revisões estão incluídas. Para estimar o trabalho real, use o guia de precificação e a calculadora. Para separar as parcelas de açúcar, veja como calcular açúcares adicionados.

Fontes públicas consultadas

Os links abaixo sustentam os pontos técnicos deste guia. Consulte a versão vigente e as regras locais antes de aplicar qualquer requisito ao cliente.

Este conteúdo oferece orientação geral. Antes de definir um requisito ou assinar um entregável, confirme a norma vigente, o enquadramento do produto e as regras da autoridade local e do conselho profissional.

Mantenha cada revisão ligada à fórmula certa

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Perguntas frequentes sobre tabela nutricional